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Números apontam crescimento do Guarani no segundo tempo

Time cria, faz mais gols e tem desempenho de G4 após intervalo dos jogos

Jogo contra o CSA foi um dos que o Guarani reagiu no segundo tempo: com dois gols, conseguiu a virada fora de casa (Foto: Divulgação/CSA)

A reação do Guarani no empate em 3 a 3 com o Avaí, terça-feira, confirmou uma tendência na Série B do Brasileiro. Levantamento realizado pelo Nossa Taba constatou que o Bugre é ‘o time do segundo tempo’. É no período depois do intervalo que a equipe cria mais chances e marca mais gols. Até por isso, se fossem consideradas apenas as etapas finais dos jogos, o Alviverde teria um desempenho de G4.

A melhora na produção ofensiva da equipe chama a atenção. Das 17 vezes em que o Guarani balançou as redes adversários no campeonato, 13 foram no segundo tempo, o que equivale a 76,4% do total. As exceções são os gols de Denner (Sampaio Corrêa), Danilo Barcelos (contra no Dérbi), Bruno Nazário (Criciúma) e Ricardinho (CRB).

O aumento no número de gols, obviamente, tem tudo a ver também com o fato de o time criar mais oportunidades. No total, das 143 finalizações já tentadas, 63 foram nos primeiros 45 minutos e as outras 80 na etapa complementar.

Em relação ao rendimento defensivo, encontra-se bastante equilíbrio. Dos 15 gols sofridos, oito foram no primeiro tempo e sete no segundo. Em relação às finalizações recebidas, 81 foram na etapa inicial e 82 após o intervalo.

Considerando os placares ao final de cada tempo, fica evidente também como as campanhas do Guarani seriam diferentes. Pelo que faz no primeiro tempo, o Bugre somaria atualmente 13 pontos, três a menos do que tem. Pelo rendimento no segundo tempo, por outro lado, estaria com 21 pontos e ocuparia um lugar entre os quatro primeiros.

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