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Torcida bugrina bate recorde do ano e garante melhor público da Série B

Dérbi tem mais de 18 mil pagantes; 99% de ocupação da capacidade permitida no Brinco

Bugrinos prepararam uma grande festa antes do jogo, mas, quando a bola rolou, foram poucos os motivos de comemoração (Foto: Luciano Claudino/Código 19)

Os cinco anos sem Dérbi fizeram falta ao torcedor do Guarani, sedento pelo reencontro com a maior rival. E isso se refletiu diretamente no público pagante ao jogo, que foi o maior do Bugre na temporada, também o maior do futebol de Campinas, além de ser, até o momento, o principal em partidas da Série B do Campeonato Brasileiro.

No total, 18.078 pessoas adquiriram ingressos para acompanhar a partida, o que proporcionou uma renda de R$ 257.928,00. Como o Brinco de Ouro tem capacidade limitada a 18.170 lugares e apenas para os donos da casa por determinação do Ministério Público, o clássico teve taxa de ocupação de 99% e apenas 92 entradas sobraram nas bilheterias. Antes, a marca em 2018 pertencia a final da Série A2, contra o Oeste, quando 17.071 torcedores marcaram presença no estádio.

Após quatro rodadas da Série B, o público do Dérbi também é o maior do campeonato. A segunda posição pertence ao Fortaleza, que levou 13.547 pessoas ao jogo contra o CRB, no Castelão. Em termos de média de público, os cearenses levam uma pequena vantagem (13.158 contra 11.361 do Bugre).

Além da presença, os bugrinos também corresponderam em apoio. Mais uma vez, o ‘Corredor Verde’ recepcionou a delegação, que desceu no meio da galera no portão de entrada do Brinco. Na entrada dos times em campo, o estádio ficou tomado de fumaça verde, no que deu um brilho todo especial ao clássico.

Quando a bola rolou, porém, os donos da casa tiveram poucos momentos de alegria. Comemoraram bastante o primeiro gol, mas depois tiveram que engolir a virada rival e as chances que ainda foram perdidas no primeiro tempo. Mesmo assim, o time desceu para os vestiários sob aplausos.

Na etapa final, no entanto, a paciência se esgotou, principalmente após o terceiro gol da Ponte Preta. Os principais alvos foram Marcílio, Erik e o técnico Umberto Louzer. O pênalti e o gol de Rondinelly ainda mudaram a atmosfera, que se transformou em apoio na esperança do empate, mas definitivamente o dia não era do Guarani e, tão logo o árbitro assoprou o apito final e o Brinco rapidamente ficou vazio e triste, contrastando com todo o clima de otimismo que imperava antes de a bola rolar.

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