A confirmação da lesão de Bruno Nazário, que ficará fora dos gramados de três a quatro semanas, abre uma vaga no time do Guarani para o jogo de sábado, contra o CRB. Durante os últimos, o técnico Umberto Louzer observou algumas situações, mas, ao que tudo indica, Guilherme é o principal candidato a ganhar uma vaga na equipe. Prestes a receber sua primeira oportunidade entre os titulares, o meia garante estar pronto para corresponder e receber uma sequência na equipe.
Guilherme atuou em três partidas da Série B, mas sempre saindo do banco de reservas. Logo em sua estreia, marcou gol contra o Sampaio Corrêa. Depois, ainda entrou nos duelos contra Atlético-GO e Criciúma. No total, esteve em campo por apenas 52 minutos, o que torna essa chance de começar jogando ainda mais importante.
“Se eu tiver a oportunidade de começar como titular, estou muito motivado. Pronto para ajudar os meus companheiros e o Guarani a sair com o resultado positivo”, disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira. “Quero fazer minha história, deixar minha marca. Essa responsabilidade é uma coisa boa, me deixa mais ligado, a mil por cento para chegar no sábado e querer mostrar. Com calma, sem passar do limite, creio que dará tudo certo”.
Além dessa chance, o meia também pode cavar um lugar na equipe para a sequência do torneio. Como Bruno Nazário tem contrato apenas até 30 de junho e a renovação hoje é encarada como algo improvável, um bom desempenho nos próximos jogos pode permitir a Guilherme engatar uma sequência e se consolidar como titular.
“A sequência é importante pra ritmo de jogo, confiança. Sempre treinamos em alta intensidade, mas nada se compara a jogo. Estou buscando afirmação, provar do que sou capaz e que posso dar conta do recado. Acho que tenho muito a surpreender”, avisa.
Em relação ao que pode apresentar em campo, Guilherme cita semelhanças com o jeito de jogar de Nazário, mas evita comparações e quer, da sua maneira, contribuir com o time.
“O Nazário é um grande jogador, de identificação muito grande. Temos características parecidas, ele também não é de tanta velocidade como eu. Gosta de jogar por dentro, mas está atuando mais aberto. Eu gosto de me movimentar, procurar os espaços na defesa adversária e achar bons passes e finalizações”, destaca o meia.