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Bugre se divide em foco na A2 e planejamento para Série B

Clube concentra esforços no elenco para o Brasileiro: pelo menos dez reforços são esperados

Enquanto o técnico Umberto Louzer prioriza o trabalho com o grupo atual, superintendente Luciano Dias atua atuar no mercado em busca de reforços (Foto: Guarani Press)

O Guarani está dividido. Não, não se trata de nenhum racha no vestiário ou qualquer outro problema interno. O motivo dessa divisão responde por planejamento. Perto de entrar numa fase decisiva da Série A2 e com a chance de conseguir o acesso, o Bugre tenta começar, ao mesmo tempo, a acelerar o processo de montagem do elenco para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, que começa uma semana depois da decisão do Paulista.

Esse processo ainda caminha em passos lentos. Focado no trabalho com o grupo que está disputando o Estadual, o técnico Umberto Louzer não tem tido participação tão ativa e a responsabilidade fica mais à cargo do superintendente de futebol Luciano Dias, encarregado de atuar no mercado em busca de reforços para a sequência da temporada. Um dos focos da diretoria é a Série A1 do Paulista, mas havia a necessidade de aguardar o término da primeira fase, que aconteceu no último domingo, para que possíveis alvos já ficassem à disposição.

Por enquanto, alguns nomes estão na mesa, mas efetivamente nenhuma situação surge como concretizada. Diferentemente do que aconteceu no início da temporada, no entanto, o Bugre acredita que as dificuldades para qualificar o plantel serão menores. Embora não desfrute de grande poderio financeiro, o clube tem na disputa da Série B um atrativo muito mais interessante para convencer atletas do que a Série A2.

O que já é consenso é que pelo menos dez contratações precisarão ser feitas. As principais necessidades em pauta são para a defesa, onde o clube monitora zagueiros e laterais, e o ataque, que carece de mais peças de reposição. Sem tempo a perder, o Alviverde pretende costurar acordos o quanto antes para finalizar as negociações assim que a A2 terminar.

Em relação ao grupo atual, existe certa preocupação pelo assédio de outros clubes, ainda mais com a boa campanha atual, mas também otimismo de que a maior parte da base será mantida, até porque quase todos possuem contrato até o final do ano. As exceções são os zagueiros Fernando Lombardi e Philipe Maia, cujos vínculos terminam em 19 e 30 de abril, respectivamente, e há possibilidade de que sejam renovados, e o meia Bruno Nazário, cedido por empréstimo pelo Hoffenheim até 30 de junho. No caso do camisa 11, o temor é que alguma oferta seduza os alemães e impossibilite mais uma prorrogação de vínculo com o Guarani.

 

 

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