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Fumagalli revela intenção de ser coordenador técnico após término da carreira

Com contrato até o final da Série A2, meia já definiu qual cargo pretende exercer dentro do clube

Fumagalli quer atuar como elo entre jogadores, comissão técnica e diretoria (Foto: Guarani Press)

Aos 40 anos e depois de completar a marca de 300 jogos pelo Guarani, Fumagalli vê, a cada dia, a aposentadoria mais próxima. A iminência de pendurar as chuteiras também o obriga a começar a pensar no que vai fazer quando isso acontecer. Há um bom tempo, o meia já havia definido que gostaria de continuar no Guarani. Agora, a função a ser desempenhada também está encaminhada. A ideia do capitão é atuar como um coordenador técnico no clube.

Fumagalli quer aproveitar a liderança e o bom trânsito que possui com jogadores, comissão técnica e diretoria. A princípio, ele pretende trabalhar mais ao lado do executivo de futebol Luciano Dias do que em campo, com o técnico Umberto Louzer. “Já conversei com a diretoria e a ideia é ser coordenador técnico. É o que tá caminhando para ser, atuar como um elo entre jogadores, comissão técnico e diretoria”, disse o meia. “Tenho certeza que vou começar nessa função e aí, mais pra frente, ver se é isso mesmo que quero ou se vou pro campo”.

No sábado, na vitória por 2 a 1 sobre o Taubaté, Fumagalli recebeu uma série de homenagens. Além da camisa número 300 e de uma placa, o jogador também teve sua imagem eternizada no túnel de acesso ao gramado. A camisa 300 personalizada e com a assinatura dele também será comercializada para os torcedores em edição limitada.

Enquanto não encerra o ciclo como jogador, Fumagalli continua sendo opção do técnico Umberto Louzer. Titular na estreia, perdeu a posição para Rondinelly e entrou no segundo tempo em três das sete partidas seguintes. Com 89 gols, o meia é o sétimo maior artilheiro da história do Guarani e precisa balançar a rede pelo menos mais seis vezes para alcançar Zequinha como o quinto principal goleador do clube.

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