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Guarani repetirá apenas dois titulares da final da A2 em reencontro com o Oeste

Ricardinho e Bruno Mendes são os únicos remanescentes da base campeã

Elenco da Série A2 já sofreu várias modificações depois do início da Série B: em três meses, Bugre viu a equipe titular se desmanchar (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

O Guarani viveu o ápice da temporada há quase três meses, quando goleou o Oeste por 4 a 0 e comemorou o título da Série A2 do Campeonato Paulista. Nesta quinta-feira, o Bugre reencontra aquele adversário numa situação bem diferente. Ainda longe de empolgar na Série B, o Bugre sofre com a reformulação no elenco. Prova disso é que apenas dois titulares que estiveram em campo naquela decisão começarão a partida na Arena Barueri.

Com uma escalação que estava praticamente na língua do torcedor, a equipe naquele 7 de abril tinha Bruno Brígido; Lenon, Philipe Maia, Fernando Lombardi e Marcílio; Baraka e Ricardinho; Bruno Nazário, Rondinelly e Erik; Bruno Mendes.

Daquela base, apenas dois serão escalados nesta quinta-feira: o volante Ricardinho e o atacante Bruno Mendes. Cinco deles já não fazem mais parte do grupo – o goleiro Bruno Brígido, o lateral-direito Lenon, o zagueiro Fernando Lombardi, o volante Baraka e o meia Bruno Nazário – e três perderam espaço na equipe titular – o lateral-esquerdo Marcílio, o meia Rondinelly e o atacante Erik. Quem também poderia atuar é o zagueiro Philipe Maia, mas ele terá que cumprir suspensão.

Outro remanescente é Umberto Louzer, ainda prestigiado pela diretoria apesar do começo irregular do time na Série B. Para o técnico, reconstruir a equipe é um obstáculo e tanto, mas que precisa ser superado.

“Iniciamos a competição com o time da Série A2, foram chegando atletas e estamos na terceira construção em 14 rodadas. Isso dificulta e provoca oscilação num trabalho que vinha sendo bem desenvolvido. Precisamos manter a convicção para buscar resultados e melhorar a performance”, afirma.

Uma das caras novas do time desde a Série A2, o meia Rafael Longuine comenta que o entrosamento leva mais tempo quando o grupo é bastante modificado, mas mostra confiança de que o Guarani poderá evoluir.

“Remontar o time durante o campeonato e disputando um, dois jogos por semana fica complicado, mas não é só o Guarani que passa por isso. Muitas equipes perdem jogadores, então temos que saber lidar com a situação”, opina. “Esperamos agrupar e criar um corpo para suprir essas dificuldades. Temos um grupo bom, que trabalha muito e esperamos tomar o rumo o mais rápido possível”.

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