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Guarani terá força máxima para a decisão da Série A2

Marcílio e Baraka são liberados e ficam à disposição para enfrentar o Oeste

Marcílio sofreu uma luxação no braço direito no jogo contra o XV, mas o exame não apontou fratura (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

O Guarani não teve tempo para esbanjar na comemoração pelo acesso. Depois de uma confraternização em uma churrascaria da cidade na quarta-feira, após a vitória sobre o XV de Piracicaba, na quinta-feira todo o grupo já se reapresentou e, nesta sexta à tarde, acontece o último treinamento antes da partida contra o Oeste, que vale o título da Série A2 do Campeonato Paulista. Com tempo curtíssimo para preparar a equipe, o técnico Umberto Louzer não deve mudar a escalação. Marcílio e Baraka, que preocupavam a comissão técnica, foram liberados pelo departamento médico e estão à disposição.

Marcílio sofreu uma luxação no braço direito no jogo do acesso. Deixou o campo com muitas dores, mas, utilizando uma proteção, voltou e conseguiu permanecer durante os 90 minutos. O departamento médico bugrino realizou exames e não foi constatada fratura, apenas uma leve contusão no antebraço e o lateral-esquerdo não é problema para o confronto.

Outra dúvida na escalação poderia ser Baraka. O volante sentiu a perna no início da partida contra o XV, quase foi substituído, mas tomou uma injeção, suportou as dores e também ficou em campo até o final. Na reapresentação do elenco, o camisa 5 foi avaliado, passou por uma ressonância, também não teve diagnosticada nenhuma contusão e ele fica à disposição para a decisão.

O que Louzer ainda não divulgou é como pretende utilizar Fumagalli. O meia fará, diante do Oeste, sua última partida como profissional, mas ainda não foi definido se ele terá a oportunidade de começar como titular ou, como foi em praticamente todas as partidas, será opção no banco entrando no segundo tempo. Caso a opção seja de que ele inicie, Rondinelly perde a vaga.

Após garantirem o acesso, Guarani e Oeste se enfrentam neste sábado, às 19h, no Brinco de Ouro. A decisão é em jogo único e acontece em Campinas porque o Alviverde fez melhor campanha na somatória das fases. Além do título, está em jogo também a premiação de R$ 280 mil – o vice fica com R$ 170 mil – e uma vaga na Copa do Brasil da próxima temporada, competição que o Bugre não disputa desde 2014.

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