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Eficiência ofensiva do CSA é teste para evolução da defesa bugrina

Equipe alagoana já marcou 38 gols e é a que menos precisa finalizar para balançar a rede na Série B

Um dos responsáveis pela evolução do setor defensivo do Guarani, o zagueiro Fabrício celebra a melhora apresentada pelo time: 'o amadurecimento do grupo que vem dando resultados' (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

De sexta mais vazada no final do primeiro turno da Série B do Brasileiro, a defesa do Guarani vive um novo momento. Nas últimas sete partidas, o time sofreu apenas três gols e terá um teste importante para comprovar essa evolução. No sábado, no confronto direto com o CSA, pela 28ª rodada, o Bugre vai enfrentar o dono do terceiro melhor ataque do campeonato e que é sinônimo de eficiência.

O time alagoano já balançou as redes adversárias 38 vezes, número inferior apenas a Atlético-GO e Fortaleza, e só não marcou gol em seis das 27 rodadas disputadas, o que equivale a 22,2%. Além do bom desempenho, outra marca do CSA é a eficiência, afinal, mesmo tendo um ataque tão positivo, a equipe não aparece entre as que mais concluem no torneio.

No total, o Leão do Mutange é apenas o sexto no ranking de finalizações certas, com 107. Ou seja, a cada 2,8 chutes certos, em média, consegue marcar. O Guarani, em termos de comparação, é o nono e consegue balançar a rede a cada 3,9 tentativas, em média.

Já em termos defensivos, a busca do Bugre é por manter os bons números. A consistência apresentada nas últimas partidas se reflete no número de gols sofridos, mas também na quantidade de oportunidades concedidas. A média de finalizações sofridas pelo Alviverde caiu de 12,6 no primeiro turno para 10,6 nas oito rodadas do returno e, com relação a finalizações certas sofridas, a queda foi de 4,8 para 4,1.

“A gente tem se cobrado bastante no treinamentos e se exigido mais. A melhora é coletiva, não só da defesa. Feliz pelos números e sinal que o trabalho está surtindo efeito. É o amadurecimento do grupo que vem dando resultados. Esperamos manter essa caminhada para chegar longe”, diz o zagueiro Fabrício.

Para o goleiro Agenor, que revelou recentemente ao Nossa Taba uma meta ousada para a reta final da Série B, o time precisa estar preparado para as armas que o adversário tem. “Todo jogo é um teste para a minha meta. Independentemente se é o melhor ou pior ataque, a qualquer momento posso tomar um gol. Aprendemos bastante com alguns erros e será um jogo que vai exigir paciência, ter personalidade para enfrentar um adversário que está na vice-liderança”.

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