O Guarani tem a quarta defesa mais vazada da Série B do Brasileiro, com 26 gols sofridos em 20 rodadas, e nem uma rotatividade frequente de peças foi capaz de diminuir os problemas no setor. Em busca dessas correções, a diretoria seguiu no mercado em busca de mais alternativas e dois estreantes terão a missão de, a partir do jogo contra o Sampaio Corrêa, no sábado, se apresentarem como soluções.
O goleiro Agenor será o quarto da posição a atuar no campeonato. Depois da saída do incontestável Bruno Brígido, os substitutos Georgemy e Oliveira não conseguiram corresponder à altura e o jogador de 28 anos, que estava no Sport, recebe a primeira oportunidade.
Já o miolo de zaga terá sua quinta dupla diferente. Depois de Philipe Maia e Anderson, Éverton Alemão e Edson Silva, Philipe Maia e Edson Silva e Philipe Maia e Éverton Alemão serem testados, a nova parceria é formada por Maia e Fabrício, atleta com experiência em grandes clubes do País.
“Toda mudança com aspecto positivo cria expectativa de melhoria. O Fabrício tem treinado bem, é canhoto e tem domínio da função. Vai ajudar com a experiência pelos anos de futebol. O Agenor também pode contribuir com a experiência. Expectativa que eles façam seu melhor e possam ajudar o time a estancar o número de gols sofridos”, diz o treinador bugrino.
Segundo Louzer, o número de gols sofridos e a forma com que eles acontecem é algo a ser corrigido imediatamente, mas que isso não é exclusividade apenas dos atletas de defesa. Para o comandante, o conjunto está devendo neste sentido.
“Não estamos satisfeitos com o número de gols sofridos e, quando não conseguimos o encaixe necessário, fazemos trocas e damos oportunidade a outros. Precisamos melhorar nossa abordagem no campo ofensivo. Precisamos que todos ajudem o time a ser mais equilibrado e consistente”.