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Adversários em má fase separam Guarani de alcançar projeção

Bugre busca de sete a nove pontos contra Paysandu, Brasil de Pelotas e Londrina

Paysandu e Brasil de Pelotas são dois dos próximos três adversários do Guarani: Bugre precisará de praticamente aproveitamento máximo (Foto: Divulgação)

A derrota para o Figueirense em pleno Brinco de Ouro representou o fim de uma série invicta de sete partidas do Guarani na Série B do Brasileiro e também complicou bastante a projeção estipulada pela comissão técnica para a reta final do primeiro turno. Com a expectativa de terminar a metade inicial com 30 a 32 pontos, o Bugre não poderá perder nos últimos três compromissos contra adversários que vivem má fase.

Atualmente oitavo colocado, com 23 pontos, o Alviverde precisará de sete a nove pontos para cumprir a meta planejada. Isso significa duas vitórias e um empate ou três vitórias nos confrontos contra o Paysandu na terça-feira que vem, em Belém, contra o Brasil de Pelotas, dia 28, no Brinco, e diante do Londrina, em 3 de agosto, no Paraná.

Enquanto o Guarani briga pelo pelotão da frente e ainda almeja virar o turno dentro do G4, todos esses rivais têm como missão manter a zona de rebaixamento mais longe, afinal a proximidade com o Z4 é grande. Próximo adversário do Bugre, o Paysandu, que venceu seus três primeiros jogos, só ganhou uma nas últimas 12 rodadas e despencou para o 14º lugar, com 17 pontos, apenas um à frente do Sampaio Corrêa, o 17º. O momento complicado causou a troca no comando técnico – Guilherme Alves substitui Dado Cavalcante.

Quem já está entre os quatro piores é o Brasil de Pelotas. A equipe gaúcha também vem numa sequência muito ruim de resultados, com apenas uma vitória em nove partidas, e 15 pontos, na 18ª posição. Além disso, o time xavante tem um dos piores desempenhos como visitante, tendo somado apenas quatro pontos, assim como o Coritiba.

No encerramento do primeiro turno, o Bugre vai ao Norte do Paraná enfrentar o Londrina, que venceu um de seus últimos sete compromissos. Apesar do elenco com alguns nomes bastante conhecidos – casos dos atacantes Dagoberto e Thiago Ribeiro – o Tubarão sofre com a irregularidade. Depois da saída de Marquinhos Santos, a equipe contratou Sérgio Soares, mas ele ainda não venceu à frente do clube. O Estádio do Café, uma das armas do time, não tem funcionado, afinal o aproveitamento em casa é de apenas 33,3%.

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