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Regularizado, Oliveira diz estar preparado para estreia

Goleiro chegou na segunda-feira e já assumirá a camisa de titular contra o Oeste

Com 36 anos, Oliveira quer usar a experiência à favor, mas garante: 'procuro a cada ano evoluir como atleta' (Foto: Gabriel Ferrari/Guarani Press)

Três dias de clube já foram suficientes para tornar Oliveira o novo goleiro titular do Guarani. Anunciado pelo clube na segunda-feira, o jogador treinou com o grupo desde então e ganhou a confiança do técnico Umberto Louzer. Regularizado na tarde desta quarta-feira, está confirmado no time que enfrenta o Oeste, quinta, na Arena Barueri, pela 14ª rodada da Série B do Brasileiro.

Com 36 anos, o novo camisa um bugrino estava no Novorizontino – onde disputou Campeonato Paulista e Série D – e mostrou-se empolgado com a chance. “Feliz pela oportunidade. Sempre que chega em um clube com essa tradição, a expectativa é grande. Espero fazer o que fiz nas outras equipes para ajudar. Chego para agregar”, disse nesta quarta-feira.

A larga experiência faz com que ele sinta menos uma estreia, mesmo que a equipe viva uma fase de cobranças. “Os anos jogados e as competições que disputei me deram uma cancha bacana. Chego num lugar com jogadores jovens, mas de muita qualidade. Não fujo da responsabilidade. Estou apto a jogar e quero entrar para ajudar”, ressalta.

Apesar dessa confiança, Oliveira não nega que existe uma ansiedade natural antes dessa primeira partida. “Quando o jogador perde isso, perde a essência. Quando sinto isso, fico feliz. Uma estreia sempre te dá algo diferente, mas quando entra em campo consegue controlar tudo isso”, explica.

Com a rodagem de um veterano e vontade de quem está começando, o goleiro destaca que a idade não é um obstáculo e garante que o aprendizado diário o torna um profissional melhor e capaz de suprir a necessidade que o Guarani tem.

“Na Série A, a maioria dos goleiros tem mais de 30 anos, na Copa muitos também têm essa idade. Eu procuro a cada ano evoluir como atleta. A posição de goleiro teve uma transformação e, se você não acompanhar, fica pra trás. Procurei me adaptar, gosto de jogar com os pés e seguir essa modernidade”, conclui.

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