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Novas mudanças evidenciam rotação na equipe

Com Pará e Guilherme, Guarani pode ter 21 titulares diferentes em sete jogos

Os componentes das conversas do técnico Umberto Louzer tem mudado rodada após rodada: no sábado, mais duas caras novas devem pintar no time (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

Repetir a escalação em partidas consecutivas foi um luxo que o Guarani usufruiu com frequência na Série A2 do Paulista. O campeonato mudou e essa particularidade chegou ao fim. Sem ainda ter utilizado a mesma formação nenhuma vez na Série B do Brasileiro, a rotatividade tem sido a marca do Bugre. Tanto é que, no jogo de sábado, contra o CRB, o time deve alcançar a marca de 21 titulares diferentes após apenas sete rodadas.

Os únicos que começaram todos os seis jogos do torneio foram o goleiro Bruno Brígido, o lateral-direito Lenon, o volante Ricardinho e o meia Rondinelly. Nas demais posições, ocorreram trocas de atletas e isso continuará acontecendo na próxima partida.

Na zaga, por exemplo, as quatro opções (Philipe Maia, Edson Silva, Éverton Alemão e Anderson) já foram utilizadas entre os titulares. A lateral-esquerda já foi ocupada por Marcílio e Kevin. Entre os volantes, Denner começou jogando e depois Baraka entrou, assim como aconteceu com Bruno Nazário, Rafael Longuine, Erik, Anselmo Ramon e Bruno Mendes no setor ofensivo.

Pelo que o técnico Umberto Louzer já realizou nos treinos da semana, mais dois nomes vão integrar essa lista no final de semana. Na lateral-esquerda, Pará deve fazer sua estreia e será o terceiro jogador testado na função. Na vaga de Bruno Nazário, lesionado, Guilherme tem tudo para ganhar a primeira chance como titular. Mesmo que ele não jogue, a outra opção observada foi Kauê, que também debutaria com a camisa bugrina.

Capitão do time, Baraka comentou essa mudança, lembrou da sequência obtida no início da temporada, mas considerou normal a situação e reforçou a importância do grupo se mostrar forte e as peças de reposição darem conta do recado.

“Tem jogadores novos chegando, cada com uma característica diferente. Na Série A2 o grupo era pequeno, mas jogou junto a maioria das vezes e o entrosamento é maior, você sabe onde o companheiro gosta de receber a bola, se posicionar. Mas é natural do futebol (as mudanças), quem tá chegando tem qualidade para acrescentar e fazermos um grupo forte, fechado. Só assim vamos conseguir algo a mais na competição”, explicou.

Ainda em busca desse time ideal e de deslanchar na competição, o Guarani volta a campo no sábado, às 21h, para enfrentar o CRB, no Brinco de Ouro, pela sétima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Na 12ª posição, o Bugre encara um adversário que trará uma frustração na bagagem – após empate em 0 a 0 com o Ceará, na quarta-feira, os alagoanos foram eliminados nas quartas de final da Copa do Nordeste.

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