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Palmeiras cobra Guarani na Justiça por empréstimos de dois atletas

Equipe da Capital aciona Bugre por dívidas envolvendo Bruno Oliveira e Caio Mancha

Caio Mancha durante apresentação: atacante fez apenas dois jogos e não marcou nenhum gol (Foto: Guarani FC)

O Guarani foi, ao lado de Náutico e Avaí, alvo de uma ação movida pelo Palmeiras nesta semana referente à dívidas envolvendo empréstimos de jogadores. O clube da capital cobra do Bugre o valor de R$ 29.791,94 pelas negociações envolvendo o lateral-direito Bruno Oliveira, em 2014, e o atacante Caio Mancha, em 2015. A informação foi publicada pelo site da ESPN Brasil.

As ações dizem respeito ao pagamento dos salários dos atletas em questão. Quando os acordos entre os times foram realizados, havia um acordo para a divisão nos vencimentos, que o Palmeiras alega não ter sido cumprido pelo Guarani. No caso de Bruno Oliveira, que sequer entrou em campo com a camisa alviverde, a cobrança é de R$ 8.978,45. Já em relação a Caio Mancha, que disputou apenas duas partidas pelo clube, a equipe paulistana pede R$ 20.813,49.

Os processos correm ainda em primeira instância no Foro Central Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e o Guarani ainda tem a possibilidade de recorrer, mas o clube afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não recebeu qualquer notificação e que só se posicionará quando isso acontecer.

Ao todo, o Palmeiras cobra quase R$ 1 milhão de quatro clubes. Além do Bugre, também foram acionados o Náutico, que seria dono de uma dívida de quase R$ 800 mil por causa dos empréstimos do zagueiro Leandro Amaro e do meia Patrick Vieira, o Avaí, de quem a equipe da capital pede pouco mais de R$ 100 mil referente a negociação pelo volante Tinga e, por fim, o Rio Claro, que na visão do Palmeiras deve cerca de R$ 60 mil por conta dos empréstimos do meia Patrik e do atacante Rodolfo.

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