O Guarani treina na tarde desde domingo e depois segue para a viagem mais longa que fará nos 19 jogos como visitante na Série B. O deslocamento para Belém, palco da partida de terça-feira, contra o Paysandu, pode até ser desgastante, mas o Bugre contará com uma vantagem importante. É o descanso, afinal entrou em campo no início da última semana, enquanto os paraenses jogaram no sábado e terão que fazer exatamente o mesmo trajeto, afinal estavam em Barueri.
Depois de ter entrado em campo na terça-feira passada e perdido para o Figueirense, o elenco bugrino se reapresentou na quarta-feira para um trabalho regenerativo com os titulares, recebeu folga na quinta-feira, sexta-feira treinou em dois períodos e foram realizadas atividades no sábado e a da tarde deste domingo.
Já o Paysandu teve nove dias sem jogos, mas será obrigado a encarar uma logística desgastante. O time treinou na sexta-feira em Belém, viajou para Barueri, entrou em campo no sábado e empatou com o Oeste por 2 a 2 após abrir 2 a 0, também neste domingo volta para casa e terá apenas a segunda-feira de preparação antes de enfrentar o Bugre, com pouco mais de 72 horas separando os dois jogos.
O Guarani inicia seu deslocamento com a ida de ônibus até o Aeroporto de Guarulhos e depois encara a viagem de 2.465 km até a capital do Pará. O segundo trajeto mais longo para o time foi feito na estreia da Série B, quando encarou 2.370 km até Fortaleza. O terceiro será para São Luís (2.350 km) e o quarto, que já aconteceu para o jogo contra o CSA e se repetirá no compromisso com o CRB, no segundo turno, é para Maceió, numa distância de 1.933 km.
Na décima posição da Série B, com 23 pontos, o Alviverde finaliza a preparação em Belém, na segunda-feira. Antes da viagem, porém, o técnico Umberto Louzer já deve definir o time e confirmar se vai repetir a escalação pela quarta vez consecutiva ou se terá que fazer modificações, principalmente pelas condições físicas do volante Denner e do atacante Bruno Mendes, que correm o risco de serem vetados.