Conecte-se conosco

Notícias

Brígido pede divisão de responsabilidade: ‘Tem que melhorar num todo’

Goleiro diz que problemas do time não podem se resumir a um setor

Bruno Brígido disse que a responsabilidade não pode recair apenas no sistema defensivo: 'é fácil falar que porque tomou gol a culpa é lá atrás' (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

A campanha apenas mediana do Guarani neste início de Série B do Brasileiro suscita dúvidas sobre o que o time pode apresentar durante a campanha e causa questionamentos em relação ao elenco. Um dos principais alvos é o rendimento defensivo, mas essa cobrança direcionada incomoda Bruno Brígido. Segundo o goleiro, é preciso haver divisão das responsabilidades e a melhora precisa acontecer em todos os setores.

Até o momento, após oito rodadas, o Bugre marcou 11 gols e sofreu 10. Terminou três partidas sem ser vazado, mas levou gols em todos os jogos fora de casa, onde ainda não conseguiu nenhuma vitória. Por outro lado, o ataque balançou a rede em quase todos os jogos – a exceção foi a recente derrota para o Juventude.

Ao responder se a solução para mudar esse quatro seria ‘fechar a casinha’, o camisa 1 foi enfático. “A questão não é arrumar a cozinha. É fácil falar que porque tomou gol a culpa é lá atrás. No gol do Juventude, todos estavam no campo de defesa. Erros pontuais desestruturam um pouco, mas temos que melhorar como equipe, não no setor”, diz”

“E se o ataque faz gol em quase todos os jogos, é mérito também da gente lá atrás, que possibilita o time fazer pressão alta e roubar a bola no campo de ataque. É o conjunto da obra que nos permite fazer os gols e, quando toma, também é esse conjunto”, acrescenta.

Contra o CSA, nesta terça-feira, o Guarani vai a campo para tentar acabar com o incômodo tabu de não vencer como visitante. Bruno Brígido admite a insatisfação com esse jejum, mas garante que isso não pode pressionar a equipe em excesso.

“Não podemos nos sentir pressionados e não acho que essa pressão por não ganhar fora venha a nos atrapalhar ou tirar a confiança de jogar. Não estamos apresentando um futebol maravilhoso, mas longe de ser ruim”, analisa. “Temos que nos concentrar, não dar oportunidade ao adversário e lutar até o final. As vitórias virão naturalmente. É uma sina desse ano, um tabuzinho para quebrar”.

Mais em Notícias