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Defesa volta a terminar jogo sem ser vazada e ganha confiança

Após sete partidas seguidas sofrendo gols, time comemora fim da sequência negativa

Fernando Lombardi e Philipe Maia formaram dupla de zaga pela segunda vez: desempenho agradou (Foto: Letícia Martins/Guarani Press)

Quarta vitória seguida fora de casa, liderança do campeonato, mais uma atuação consistente. São vários aspectos a se destacar do Guarani após mais um resultado positivo na Série A2 do Campeonato Paulista, mas um deles mereceu atenção especial de elenco e comissão técnica depois dos 2 a 0 diante do Juventus. Foi o fato de que, pela primeira vez após sete partidas, o time conseguiu terminar um jogo sem ser vazado pelo adversário.

Isso não acontecia desde o dia 26 de janeiro, quando o Bugre derrotou o Água Santa por 3 a 0. Dali em diante, haviam sido dez gols sofridos e o goleiro Bruno Brígido chegou a destacar na sexta-feira que esse era um dos objetivos da equipe para o jogo diante do último domingo, projetando que a confiança do sistema defensivo fosse elevada.

Na Rua Javari, o desempenho do setor foi satisfatório. Quem quase complicou tudo foi justamente o camisa 1 bugrino, que soltou uma bola fácil em cobrança de escanteio no início do segundo tempo, mas foi salvo pela presença providencial de Fernando Lombardi. O zagueiro, aliás, ainda não havia disputado um jogo com a camisa bugrina sem que a equipe levasse gols e foi premiado pelo rendimento, assim como Philipe Maia, que manteve a posição de titular e soube aproveitar a nova oportunidade.

O técnico Umberto Louzer exaltou o papel do sistema defensivo que, apesar da sequência de gols sofridos, tem, ao lado do Oeste, a terceira defesa menos vazada do torneio, com 13 bolas na rede. “Vale enfatizar isso. A defesa vinha jogando e sofrendo gols e conseguiu a vitória sem que isso acontecesse. Isso dá mais tranquilidade para que continuemos nosso processo de ter uma equipe cada vez mais ajustada em todos os setores”, destacou,

Como gosta sempre de lembrar, o treinador bugrino valorizou o trabalho dos homens de frente como importante para que o time fosse pouco ameaçado. “É o que tenho falado. A defesa começa com os dois homens de frente, que foram o Bruno Mendes e o Denner, e os dois extremos (Bruno Nazário e Erik) cumpriram muito bem sua função. A equipe ainda tem oscilações naturais, mas temos dado ênfase no setor defensivo para que busque equilíbrio”.

 

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