A diretoria do Guarani usou a assembleia geral realizada na noite de segunda-feira para apresentar aos sócios detalhes sobre as diretrizes envolvendo o projeto de cogestão de futebol planejado pelo clube. A carta de intenções, formulada por uma junta jurídica de advogados ligados ao Bugre, será repassada às empresas que demonstraram interesse para que, então, as propostas sejam feitas.
Embora haja o desejo de que a parceria se concretize o quanto antes, ainda não há nada definido, até porque os grupos que fizeram ofertas preliminares terão a chance de se adequarem às exigências feitas pelo clube. A princípio, a cogestão tem dois lados na disputa. Um deles com o Grupo Magnum e a ASA Alumínios e o outro formado pela Elenko Sports, a Traffic e mais uma empresa cujo nome é mantido em sigilo. Internamente, a proposta desse segundo pool agradou mais pelos moldes e principalmente pela duração de contrato.
Após encaminhamento aos investidores, o Guarani planejará uma data final para a apresentação de propostas. Depois, o Conselho Deliberativo e os associados serão convocados para reuniões específicas em que o tema será discutido e depois deliberado para aprovação. Dirigentes bugrinos evitam falar em prazos, mas a expectativa é que tudo isso seja resolvido até o final do primeiro semestre.
PRESTAÇÃO DE CONTAS
O Guarani divulgou na manhã desta segunda-feira a convocação para uma Assembleia Geral Ordinária, marcada para o dia 27 (sexta-feira), às 19h30, no salão social do clube. Em pauta, está a apreciação e deliberação do relatório anual do Conselho de Administração e do Balanço Anual referente ao ano de 2017, acompanhado de pareceres dos Conselhos Fiscal e Deliberativo, e da Auditoria Independente. A reunião acontece apenas três dias antes do prazo limite para divulgação das contas do clube.